Em três dias de shows, 84t de lixo na Cidade do Rock

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Posted by lourenco | Posted in Notícias sobre o Meio-Ambiente | Posted on 28-09-2011

Rock in Rio  já mandou 49 toneladas de lixo para reciclagem, e mais 35 toneladas para a produção de adubo. Tudo foi coletado nos três primeiros dias de festival.A Cidade do Rock vai receber mais 200 latas de lixo, totalizando 720, e sacos serão distribuídas para que as lanchonetes dividam seu lixo.

Roberta Medina, vice-presidente do Rock in Rio, se disse chocada “com a quantidade de lixo no chão, enquanto as latas estavam vazias”. “É assustador. A gente vai colocar ainda mais latas, para ver se o comportamento melhora. Na frente dos bares, a quantidade será 50% maior”, disse à reportagem.

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Compostagem: o destino correto para o lixo orgânico

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Posted by lourenco | Posted in Geral | Posted on 28-09-2011

O destino dado ao lixo orgânico nem sempre é o correto, porém a solução pode estar no próprio quintal: a compostagem é uma das soluções, além do destino correto também há outros resultados positivos como o adubo que pode ser usado em jardins e hortas .
A compostagem nada mais é do que a degradação da matéria orgânica por microorganismos. Podem ser utilizados na compostagem os restos orgânicos, folhas, serragem, lixo da cozinha entre outros risiduos orgânicos que podem ser colocados para degradação na composteira. “É possível fazer composteira em casa, mas também existem empresas especializadas nesse tipo de serviço. As duas formas podem ser utilizadas o importante é que além do destino correto dado para o lixo, também o adubo produzido pode ser usado em hortas e jardins”, afirmou o Biologo da UFFS, Carlos Eduardo Cereto.

É necessário um espaço de no mínimo 1m³ para se fazer uma composteira doméstica, porém também existem técnicas que podem ser utilizadas em apartamentos, utilizando caixas ou outros materiais para realização do processo. A composteira feita em residências é feita em um buraco no chão por isso é necessário tomar alguns cuidados na hora de realizar o processo. Ao contrário do que muitos pensam, na compostagem não é indicado colocar terra, as camadas são feitas de lixo orgânico e outra de serragem ou folhas secas.

O tempo de decomposição depende do tipo de lixo, e pode demorar de 9 a 16 semanas para decomposição total do lixo orgânico que em forma de adubo pode ser usado em hortas, jardins, mas deve ser evitado usar em hortas se houver dejetos de animais. “É importante o uso de adubo orgânico, pois ele conserva as propriedades naturais do solo aumentando sua vida útil, quando é usado o adubo químico o solo se desgasta mais rapidamente causando vários problemas de produtividade entre outros”, afirmou Carlos Eduardo.

Como Fazer
1. Quem tem espaço com chão de terra no quintal pode separar um canteiro para fazer a compostagem. Quem não tem, pode improvisar usando um recipiente grande, lembrando de fazer alguns furos laterais para a saída de ar.
2. Os resíduos podem ser colocados em camadas e não precisam ser separados por tipo, mas é interessante colocar em camadas alternadas de resíduos (cascas de frutas, legumes, ovos e outros), com camadas de folhas, palha, serragem ou mesmo terra. Para acelerar a decomposição e evitar o aparecimento de moscas, recomenda-se cobrir tudo com uma lona.
3. Regar o conteúdo e, de dois em dois dias, revirar o recipiente com alguma de ferramenta de jardim. Essa operação é importante para arejar o material em decomposição. No caso da composteira feita no chão, ela deve ter mais ou menos 60 cm de altura e 1 metro de largura. A cada 15 dias é importante virar o monte, revolvendo os materiais para facilitar a decomposicão. Em razão da ação de bactérias e fungos, o monte pode esquentar a até 60 graus, por isso devemos molhar de vez em quando, para diminuir a temperatura e manter a umidade, porém sem encharcar.
4. Após algumas semanas o material adquire uma coloração marrom escura, semelhante ao marrom café. Dá para perceber que o composto está pronto quando não se percebe mais um “cheiro ruim” e sim um “cheiro de terra”, além disso, a aparência é bem homogênea e a temperatura fica igual à do ambiente (lembre-se que durante o período de decomposição, com a ação  das bactérias, a temperatura sobe bastante).
5. Depois de pronto o composto orgânico já pode ser misturado à terra do jardim, da horta e dos vasos.

Observação: restos de comida, serão bem-vidos, mas alimentos de origem animal (carne) podem atrair ratos e pragas do gênero.

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O QUE PODE E O QUE NÃO PODE SER RECICLADO

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Posted by lourenco | Posted in Destaques, Notícias sobre o Meio-Ambiente | Posted on 17-09-2011

Publicar uma lista do que pode ou não ser reciclado é sempre uma tarefa arriscada…

Alguns materiais podem ser reciclados, mas pela dificuldade e pelo baixo retorno comercial, quase não há divulgação.
A tecnologia, a necessidade e a busca por novos negócios com os resíduos também criam novas possibilidades a todo momento.
Assim, por falta de conhecimento ou interesse, materiais que tem sua reciclabilidade assegurada, figuram em listas como não recicláveis.
Pode ser o caso abaixo. Fizemos algumas correções e ajustes, mas preferimos publicar uma lista baseado nos interesses de empresas de coleta seletiva.

Faça uma pesquisa no portal para ter mais informações sobre resíduos menos comuns.

Equipe Setor Reciclagem
fonte de referências: Colifran – www.colifran.com.br

Papel
Estes materiais podem ser reciclados
Estes materiais não podem ser reciclados
Cuidados
Jornal
Papel de impressoras
Saco de Papel
Papel de Escritório
Revista
Impressos em geral
Papel Branco
Papel Misto
Papelão
Embalagem Longa Vida
Papel Engordurado
Carbono
Papel Plastificado
Papel Parafinado (fax)
Papel Metalizado
Papel Laminado
Papel Toalha e Higiênico
Guardanapo com Comida
Papel Vegetal
Papel Siliconizado
Devem estar limpos, secos e de preferência não amassados. As caixas devem estar desmontadas
Plástico
Estes materiais podem ser reciclados
Estes materiais não podem ser reciclados
Cuidados
Embalagem de Alimento
Embalagem de Produtos de Beleza
Embalagem de Produtos de Limpeza
Tampas
Brinquedo
Peças Plásticas
Espuma
Embalagem à Vácuo
Embalagem Engordurada Siliconizada
Devem estar limpos e sem tampa
Metal
Estes materiais podem ser reciclados
Estes materiais não podem ser reciclados
Cuidados
Lata de Bebidas e Alimentos
Lata de Biscoito
Bandeja e Panela
Ferragem
Grampo
Fios Elétricos
Chapas
Embalagem Marmitex
Alumínio, Cobre e Aço
Lata de Produtos de Limpeza
Lata de Aerosóis
Lata de tinta
Pilha Normal
Pilha Alcalina
Lata de Inseticida
Lata de Pesticida
Devem estar limpos. As tampas devem ser pressionadas para dentro. Podem estar amassados
Vidro
Estes materiais podem ser reciclados
Estes materiais não podem ser reciclados
Cuidados
Copo
Frasco de Remédio
Jarras
Garrafa
Vidro Colorido
Pirex
Espelho
Óculos Cristal
Devem estar limpos, inteiros ou quebrados. Se quebrados, devem ser embalados em várias camadas de jornal

Pode ou não pode?
- Fralda: há um sistema Holandês que recicla até 98% de uma fralda descartável.
- Celofane: confundido com plástico, é feito a partir da celulose, portanto o parentesco é com o papel. Não se recicla junto com papel comum, mas é um produto biodegradável, ou seja se transforma em húmus no processo de compostagem, ou reciclagem natural.
- Tubo de TV: é possível separar o vidro dos outros elementos, podendo se transfromar em, por exemplo, bolinhas de gude.

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A CASA DE 6 MILHÕES DE GARRAFAS

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Posted by lourenco | Posted in Destaques, Geral, Notícias sobre o Meio-Ambiente | Posted on 17-09-2011

Tito mora na cidade de Quilmes, a 20 minutos da principal cervejaria argentina. “Destes 6 milhões de garrafas, pelo menos 100 mil são de cerveja”, disse ele à BBC Brasil.O artesão, que não consome bebidas alcoólicas, recolheu as garrafas durante 21 anos. Elas foram encontradas na rua e doadas por moradores ou pela prefeitura local.

“Em um vídeo que fizemos para promover o museu, apareço bebendo numa garrafa de cerveja, mas é água. O que vale é a garrafa”, disse.

VEJA MAS…..

http://www.setorreciclagem.com.br/modules.php?name=News&file=article&sid=1333

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Aquecimento global pode acabar com mais de 80% da diversidade genética até 2080 – Ciência – Notícia – VEJA.com

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Posted by lourenco | Posted in Geral, Notícias sobre o Meio-Ambiente | Posted on 24-08-2011

Meio Ambiente

Aquecimento global pode acabar com mais de 80% da diversidade genética até 2080

Pesquisadores usaram modelos focados em diferentes linhagens para estimar perda da biodiversidade. Método pode reforçar programas de conservação

Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês) aponta que temperatura global pode aumentar em até 4,5 graus Celsius nos próximos cem anos (Thinkstock)

O aquecimento global pode afetar a Terra de forma bem mais drástica do que as estimativas indicam. Até 2080, mais de 80% da diversidade genética expressa por diferentes espécies pode desaparecer em certos grupos de organismos. No melhor dos casos, dois terços iriam sumir do mapa. O alerta foi feito por cientistas do Centro de Pesquisa em Biodiversidade e Clima (BiK-F) e da sociedade científica Senckenbergische Naturforschende Gesellschaf (SNG), na Alemanha, em artigo publicado no periódico científico especializado Nature Climate Change.

Glossário

Espécie – Grupo de indivíduos férteis entre si, mas que não conseguem produzir descendentes pelo cruzamento com indivíduos de outros grupos semelhantes fisiologicamente.

Diversidade genética – Variação genética de indivíduos de uma mesma espécie.

Atualmente, a maioria dos modelos usados para avaliar os efeitos das mudanças climáticas se concentra na descrição morfológica de exemplares utilizada para classificar espécies. O componente genético é quase sempre deixado de lado. Mas é a análise dos códigos genéticos – capaz de indicar pequenas variações entre exemplares de uma mesma espécie – que poderia indicar o declínio real da biodiversidade no futuro.

“Nossos modelos de distribuição mostram que as espécies geralmente sobrevivem. Contudo, a maior parte da variação genética, que em cada caso existe apenas em certos lugares, vai se perder”, explica o pesquisador Carsten Nowak, responsável pelo departamento de pesquisa em conservação do BiK. Segundo ele, muitas linhagens estão em processo de separação de espécie, mas serão extintas antes que o processo evolutivo seja finalizado. “A variação genética dentro de uma mesma espécie é também importante para a adaptação em relação à mudança de ambientes e condições climáticas. Sua perda também reduz as chances de sobrevivência de espécies em longo prazo.”

A abordagem que avalia diferenças genéticas dentro de uma mesma espécie mostra um cenário pior no futuro. Mas, por outro lado, também fornece condições para programas mais específicos de conservação. “Não vemos a biodiversidade como o acúmulo estático de espécies, mas sim como uma variedade de linhagens evolutivas que estão em constante estado de mudança. A perda de apenas uma linhagem, independente do fato de ela ser definida atualmente como 'espécie', pode significar uma perda maciça de biodiversidade no futuro”, ressalta Steffen Pauls, pesquisador do BiK-F.

Previsões com insetos – Os pesquisadores criaram um modelo da distribuição de nove espécies de insetos aquáticos ainda existentes em regiões montanhosas da Europa, estudados anteriormente em termos de distribuição, morfologia e linhas evolutivas. Os resultados mostram que se a temperatura no continente europeu aumentar dois graus Celsius, oito das nove espécies sobreviverão em algumas regiões. Com quatro graus a mais, apenas seis espécies sobreviveriam.

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viaAquecimento global pode acabar com mais de 80% da diversidade genética até 2080 – Ciência – Notícia – VEJA.com.

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SUSTENTABILIDADE TODOS PODEM COLABORAR

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Posted by lourenco | Posted in Geral, Notícias sobre o Meio-Ambiente | Posted on 24-08-2011

23/08/2011 – 09:12

Empresa mineira de TI recicla 95% do lixo e aproveita até água do ar condicionado

Sistema de gestão ambiental da Landix é referência no setor.

Uberlândia (MG) – A sustentabilidade, sem dúvida, está no centro do debate mundial. Hoje se verifica uma preocupação mais intensa em relação às questões ambientais tanto pelos produtores como pelos consumidores. O assunto vem ganhando atenção crescente de algumas empresas. É o caso da Landix, empresa da área de Tecnologia da Informação, com sede em Uberlândia/MG.

A empresa que há 11 anos atua com foco exclusivo em mobilidade defende o consumo consciente, no qual o desperdício e a poluição são substituídos pela cooperação, num conjunto de atitudes voltadas para o desenvolvimento sustentável. “Estas atitudes devem levar em conta o crescimento econômico ajustado à proteção do meio ambiente na atualidade e para as gerações futuras, garantindo assim a sustentabilidade de fato”, o diretor da Landix, Miguel da Rocha Correia.

Na prática, a Landix desenvolve diversas ações para minimizar os impactos ambientais. Mesmo oferecendo um serviço considerado limpo, os funcionários são estimulados a pequenos gestos que geram uma grande mudança.

Sustentabilidade na prática- Foi implantado um sistema de gestão ambiental e entre várias ações a empresa promove a separação do lixo. “Além disso, 95% do nosso lixo são reciclados e entregues à Associação de Recicladores e Catadores Autônomo (Arca)”, explica o diretor.

“Desde o início nossos colaboradores buscaram entender as regras de separação do lixo. Leram os materiais informativos que confeccionamos, e desde então separam os materiais conforme o tipo”, comemora o gerente de produção, Carlos Alberto Marques Júnior.

Também foram instalados coletores para a água que decanta nos equipamentos de ar condicionado espalhados pela empresa. “Essa água coletada é utilizada na limpeza do prédio”, comenta Correia.

Livro em troca de pilha- Os colaboradores ainda são incentivados a recolher pilhas usadas. “Fazemos bimestralmente o sorteio de um vale-livro para aquele que traz mais pilhas. Classificamos as pilhas e as pontuamos de acordo com o tamanho. Quem soma mais pontos ganha o presente. O resultado tem sido muito positivo, quase todo mundo contribui. No final de seis meses recolhemos aproximadamente 50 kg de pilhas e baterias”, conta o gerente.

Além reciclagem de resíduos sólidos e da coleta de pilhas, a empresa ainda dá preferência para a compra de matéria-prima ou prestação de serviços de empresas que também sigam os princípios da responsabilidade ambiental, como confirma Anna Paula Graboski, gerente de marketing: “Enviar ou receber relatórios impressos é algo completamente banido daqui”.

Para Cristiano Alves Dias, analista de recursos humanas da empresa, as boas práticas já viraram um hábito. “Com o passar do tempo todos se mostraram interessados no processo e vêm colaborando para que possamos reciclar o máximo do material descartado no dia a dia. Percebo que a sustentabilidade já virou cultura do nosso ambiente de trabalho e que a grande maioria abraçou a causa e apoia a iniciativa da Landix”, diz.

Tanto é verdade que muitas das iniciativas partiram dos próprios colaboradores. “Isso ocorre exatamente porque existe na cultura e nos valores da empresa a preocupação e o incentivo para iniciativas de contribuições socioambientais. Sempre que se discute a possibilidade de uma nova ação neste sentido e conclui-se que está ação trará benefícios, a diretoria incentiva e se engaja na causa. Inclusive aceitando e absorvendo custos extras, eventualmente decorrentes desta iniciativa”, garante Dias que ainda completa: “Como colaborador, e creio que para os demais funcionários, é gratificante trabalhar em uma empresa que tem a consciência de que também é responsável pelo avanço socioambiental da comunidade que está inserida e se preocupa e age para contribuir com este tema”.

“Temos a consciência de que devemos nos responsabilizar pelo modo como afetamos o ambiente, sendo as questões ambientais um fator essencial na nossa política de gestão”, finaliza o diretor Miguel da Rocha Correia.

Algumas das ações desenvolvidas pela Landix: .Implantação de um sistema de gestão ambiental na empresa |.Reutilização da água dos equipamentos de ar condicionado na limpeza |.Sistema de reciclagem de resíduos sólidos dentro da empresa|. Informação aos funcionários sobre a importância da sustentabilidade |. Preferência para a compra de matéria-prima ou prestação de serviços de empresas que também sigam os princípios da responsabilidade ambiental |.Preferência, sempre que possível, para o uso de fontes de energia limpas e renováveis no processo produtivo |.Recolhimentos de pilhas e baterias.

viaPortal Fator Brasil.

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Apenas 20% do lixo do estado são destinados a locais apropriados

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Posted by lourenco | Posted in Geral, Notícias sobre o Meio-Ambiente | Posted on 22-08-2011

O superintendente de Políticas de Saneamento da Secretaria de Estado do Ambiente, Victor Zveibel, afirmou que, de cerca de 10 mil toneladas de resíduos daconstrução civil, apenas 1.800 são identificadas e destinadas a locais apropriados. A declaração foi feita durante o primeiro dia do seminário “Política Nacional de Resíduos Sólidos”, realizado na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), nesta quinta-feira (18/08). Durante o evento, a presidente da Comissão de Saneamento Ambiental da Casa, deputada Aspásia Camargo (PV), disse que uma campanha de conscientização para reduzir a produção de resíduos sólidos no estado é necessária.

Zveibel assegurou que a secretaria está realizando um projeto-piloto em seis municípios da Baixada Fluminense: Caxias, Belford Roxo, São João de Meriti, Mesquita, Nova Iguaçu e Nilópolis, definindo pontos de entrega voluntária do entulho de pequenas obras. “A secretaria está incentivando a utilização destes pontos, para que pessoas que realizam pequenas obras em suas casas possam dar um destino adequado aos seus resíduos. Mas também devemos cobrar das grandes geradoras, as empresas de construção civil, a responsabilidade com o entulho produzido”, lembrou.

Já para Aspásia, os resíduos de construção civil representam um grande perigo à sociedade, se despejados de forma irregular. “Precisamos estar atentos a este segmento dos resíduos que, graças ao ‘boom’ imobiliário que vivemos hoje no estado, vem crescendo cada vez mais. A conscientização é a saída para que futuras gerações possam atrasar possíveis efeitos dos danos causados ao ambiente”, reforçou a parlamentar.

A secretária de Meio Ambiente de Mesquita e presidente da Associação Nacional dos Órgãos Municipais de Meio Ambiente (Anamma), Kátia Perobelli, falou da experiência próspera que a cidade desenvolve, há seis anos, com a coleta seletiva. “Através da parceria do poder público, iniciativa privada e catadores, Mesquita conta, hoje, com cinco galpões, três caminhões e todo equipamento necessário para coleta seletiva. Esperamos que, até o final de 2012, 80% do município sejam atendidos por esta iniciativa”, garantiu.

O seminário terá mais um dia de atividades nesta sexta-feira (19/08), a partir das 14h, no Auditório Senador Nelson Carneiro, prédio anexo ao Palácio Tiradentes, com o tema “Política Nacional de Resíduos Sólidos – Desafios e Oportunidades”.

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PREMIO ECO 2011

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Posted by lourenco | Posted in Geral, Notícias sobre o Meio-Ambiente | Posted on 21-08-2011

Lançado pela AMCHAM (Câmara Americana de Comércio) em 1982, o Prêmio ECO foi pioneiro no reconhecimento de empresas que adotam práticas socialmente responsáveis, gerando uma rica reflexão sobre o desenvolvimento empresarial sustentável no Brasil.

O nome ECO nasceu de uma fusão das palavras empresa e comunidade para traduzir o interesse de seus criadores de transformá-lo em um instrumento de compromisso corporativo com o desenvolvimento social.

A premiação é uma das principais iniciativas da área de sustentabilidade da Amcham. Ela já mobilizou 1.912 companhias brasileiras e multinacionais, responsáveis pela inscrição de 2.373 projetos, 201 deles condecorados.

Ao longo dos anos, o Prêmio ECO foi marcado pela antecipação de tendências e pela influência positiva no comprometimento das empresas com a sustentabilidade.

Seu formato e seu conteúdo acompanharam a evolução do tema e da prática da Responsabilidade Social Empresarial no País e no mundo.

Em 2008, o Prêmio ECO passou a ser uma realização conjunta da AMCHAM e o Valor Econômico. As duas instituições uniram forças para multiplicar o conceito da gestão empresarial para a sustentabilidade, ampliando sua contribuição para o desenvolvimento do Brasil.

A premiação foi estendida a todas as classes de empresas atuantes no País inclusive as públicas, segmentadas por porte, o que incentivou a participação de pequenas e médias. Com a implantação do site oficial, as inscrições e o envio dos dados relativos aos projetos passaram a ser feitos obrigatoriamente online. Além de dar ao processo mais agilidade, o recurso eliminou o uso do papel e padronizou a forma como os trabalhos são visualizados pelos jurados.

Desde 2009, o Prêmio ECO® tem como foco o tema “Inovação Sustentável na Gestão dos Negócios” e procura valorizar esse aspecto nas diferentes esferas da operação empresarial.

Regulamento
Incrições
Visite confraria sustentável em: http://confrariasustentavel.ning.com/?xg_source=msg_mes_network

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Crise Social, crise financeira e sustentabilidade

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Posted by lourenco | Posted in Destaques, Notícias sobre o Meio-Ambiente | Posted on 21-08-2011

A junção da crise climática com a crise financeira global leva à necessidade de uma profunda reflexão sobre o modelo econômico e civilizatório adotado pela maioria dos países da Terra

A grave situação atual do mundo confirma Vinícius de Moraes: é impossível ser feliz sozinho. Mas como “estar junto” e “feliz”? Esta é a pergunta que está nas ruas, nas casas, nas empresas, nos corações e mentes dos cidadãos. Respondê-la é abrir as portas para um novo mundo, mais justo e solidário. O caminho, como no verso do poeta espanhol Antonio Machado, está sendo feito ao caminhar.

A inquietação dos manifestantes das ruas do Oriente Médio, da Europa e do Chile não é diferente daquela que está presente entre executivos e funcionários de empresas. Existe alguma coisa de muito estragada no modelo de civilização, que já não pode mais ser disfarçada por “perfumes”, ou seja, por ações contemporizadoras.

O que está acontecendo com a vida da gente e as certezas que temos? Não é simples de explicar e exige esforço para entender, mas é preciso encarar essa tarefa. Então, vamos lá.

Estamos vivendo duas crises combinadas e desiguais em intensidade e espaço temporal. Uma, de impacto planetário-civilizatório, ainda tem suas consequências pouco conhecidas. É chamada de “mudanças climáticas”. A outra, de modelo de desenvolvimento – e chamada de crise financeira –, emergiu com força em setembro de 2008, amainou um pouco em 2010, mas voltou em 2011, agora sob outros nomes – crise fiscal, da dívida pública, do orçamento, etc –, mas uma mesma origem: as vultosas somas que os governos dos países centrais desembolsaram para salvar os bancos em 2008.

Esse dinheiro não voltou para produção, a fim de gerar emprego, renda e impostos que reporiam as despesas. Esse dinheiro – público – foi usado pelos bancos para recompor a especulação financeira. Com isso, os governos agora não têm de onde tirar recursos para honrar seus compromissos com credores, com aposentados, com professores ou com os usuários de serviços públicos essenciais, que são os cidadãos comuns. O reflexo dessa escassez está nas ruas do Oriente Médio e da Europa.

Nenhum continente ou país está imune a qualquer das duas crises. Em alguma medida, todos sofrerão com elas, a menos que se entenda o que está ocorrendo e se consiga compreender que não haverá saída para um país isoladamente. Ou toda a humanidade encontra a solução, ou as crises vão se repetir a cada ciclo, cada vez mais profundas e mais dolorosas.

E a solução para a primeira crise passa pelo entendimento da segunda, que é a de que há uma incapacidade estrutural de os mercados darem conta das demandas socioambientais e econômicas, bem como de autorregulação e de transparência.

A sociedade está dando mostras de que não aguenta mais um modelo de desenvolvimento que não resolve as demandas mais corriqueiras e que gera enorme desigualdade social. O novo modelo desejado anda “suspirando no breu das tocas”, mas ainda não encontrou sua expressão mais acabada. Porque ele será uma construção coletiva de bem-estar e felicidade ou, simplesmente, “não será”.

Tempo da utopia
As empresas têm avançado um pouco mais na discussão de outro padrão de negócios, aprofundando também o debate sobre o que deve ser a sociedade que suporte esses negócios. Mas, o tema é grande demais e não pode ficar circunscrito a nenhum segmento.

Definir novos padrões de consumo, produção, cultura e comportamento significa também discutir as novas fronteiras da liberdade individual, que, gostemos ou não, está no cerne do tamanho do impacto das crises. Abre-se, então, um novo espaço para a utopia – aquele lugar ideal onde todos queremos viver. Construir um novo modelo de desenvolvimento retoma o pensamento utópico relegado a segundo plano desde que alguns sábios decidiram que a História tinha morrido e que o deus mercado daria conta de tudo.

Como será essa sociedade nova que começa a ser desenhada em lugares tão díspares quanto a internet, a rua e o escritório de uma empresa? O consumo precisará ser encarado como um ato de cidadania, mais do que de satisfação de um “desejo” individual. E os produtos e serviços dele decorrentes deverá ser resultado de um processo de diálogo entre cidadãos e agentes produtivos. Donde pode decorrer uma democracia participativa, calcada em processos de diálogo bastante estruturados, capilarizados e abrangentes, para de fato dar voz e decisão a todos.

Os governos, portanto, serão muito mais agentes indutores de políticas públicas respaldadas pela sociedade. E as empresas, agentes operadores dessas políticas, em todos os níveis, suprindo as necessidades e demandas identificadas nesse processo constante de diálogo.

Economia verde, inclusiva e responsável

O mundo terá uma oportunidade de ouro para ao menos começar a estabelecer os alicerces do novo mundo: a Rio+20. Por isso, é tão importante a sociedade brasileira mobilizar-se para encaminhar propostas para esse encontro; mais do que isso, induzir a sociedade civil dos demais países a também se mexer para trazer idéias e propostas inovadoras – utópicas, não importa. Precisamos voltar a sonhar, porque no sonho tornamos possível o impossível e, aí, quando acordamos, achamos os meios para realizá-lo, já dizia um certo barbudo de Viena.

Outro barbudo, este alemão, fez uma afirmação que cabe bem aos revoltosos de hoje: revolta “contra” ou “a favor” não é revolução, não muda, a menos que haja uma “teoria” que dê sustentação à mudança. Pois é disso que se trata a Rio+20: um momento para dar alicerces mais firmes a uma teoria para mudar a economia – e a civilização – do século XXI.

Há um ponto de partida, no caso do Brasil, que é a Plataforma para uma Economia Verde, Inclusiva e Responsável. Ela própria uma construção coletiva de várias empresas que vem sendo refeita à medida que novos parceiros resolvem assumi-la e enriquecê-la com suas próprias visões de mundo.

Por Jorge Abrahão, Instituto Ethos
Fonte: www.ethos.org.br

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Forro Biodegradável Descartável

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Posted by lourenco | Posted in Destaques, Geral, Notícias sobre o Meio-Ambiente | Posted on 17-05-2011

O forro descartável é produzido de fibra de celulose derivada de fontes naturais e renováveis. Não irrita a pela do bebê e não tem produtos nocivos em sua composição. São lenços macios que ajudam a filtrar e absorver os resíduos sólidos do bebê, facilitando a limpeza da fralda e tornando ainda mais prático seu uso diário.

Especificação:

Rolo com 100 folhas de 19 x 31 cm
Material: Não tecido produzido com 100% de fibra de celulose
Modo de usar

Colocar a folha sobre o absorvente avulso
Após sujo com cocô pode ser descartado no próprio vaso sanitário (deixe dissolver na água alguns minutos antes de dar descarga). Importante: Não jogue em vasos sanitários que não estejam funcionando adequadamente.
Se estiver sujo só com xixi, pode ser descartado diretamente no lixo.
Por ser feito com 100% de material biodegradável, em poucos dias se degrada naturalmente nos sistemas de esgoto e no lixo, não gerando resíduos ou causando impacto ambiental significativo

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