Forro Biodegradável Descartável

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Posted by lourenco | Posted in Destaques, Geral, Notícias sobre o Meio-Ambiente | Posted on 17-05-2011

O forro descartável é produzido de fibra de celulose derivada de fontes naturais e renováveis. Não irrita a pela do bebê e não tem produtos nocivos em sua composição. São lenços macios que ajudam a filtrar e absorver os resíduos sólidos do bebê, facilitando a limpeza da fralda e tornando ainda mais prático seu uso diário.

Especificação:

Rolo com 100 folhas de 19 x 31 cm
Material: Não tecido produzido com 100% de fibra de celulose
Modo de usar

Colocar a folha sobre o absorvente avulso
Após sujo com cocô pode ser descartado no próprio vaso sanitário (deixe dissolver na água alguns minutos antes de dar descarga). Importante: Não jogue em vasos sanitários que não estejam funcionando adequadamente.
Se estiver sujo só com xixi, pode ser descartado diretamente no lixo.
Por ser feito com 100% de material biodegradável, em poucos dias se degrada naturalmente nos sistemas de esgoto e no lixo, não gerando resíduos ou causando impacto ambiental significativo

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Lixo invade metrô do Rio para gravação de campanha

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Posted by lourenco | Posted in Geral, Notícias sobre o Meio-Ambiente | Posted on 17-05-2011

A estação Ipanema, do metrô do Rio de Janeiro, foi cenário da gravação da campanha nacional do movimento Limpa Brasil Let´s do it!, projeto de mobilização social que já aconteceu em 20 países, e neste ano acontecerá pela primeira vez no Brasil. O objetivo do movimento é mobilizar meio milhão de pessoas na limpeza de sete das maiores cidades do País, começando pelo Rio de Janeiro, no dia 5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente.

Cerca de 80 pessoas participaram da gravação, que envolveu cerca de 500 sacos de lixo, cinco mil bexigas e 45 rolos de plástico bolha. Todo o material utilizado na campanha foi enviado para uma cooperativa de reciclagem, em São Paulo, para a destinação correta. O resultado desse trabalho, assinado pela agência Leo Burnett, poderá ser visto a partir desta semana, na Rede Globo, TV Futura, TV Cultura, MTV e na TV do metrô de São Paulo e Rio de Janeiro.

A campanha completa, que terá duração de seis meses, prevê ainda a divulgação de vídeos na internet com personalidades como Wellington Nogueira, criador da ONG “Doutores da Alegria”, e o escritor Ferréz, incentivando a população a participar da ação. Também serão produzidos, com a participação de artistas nacionais, vídeos com a chamada “Eu sou catador”.

A partir deste mês as revistas das editoras Três e da Trip publicarão peças sobre a campanha. A edição de maio da revista TPM já traz o primeiro anúncio impresso com a chamada “O mundo ficou pequeno demais para tanto lixo”.

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Temos que diminuir o consumo dos recursos naturais, alerta ONU

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Posted by lourenco | Posted in Geral, Notícias sobre o Meio-Ambiente | Posted on 16-05-2011

Em 2050, a humanidade provavelmente estará devorando um número estimado em 140 bilhões de toneladas de minérios, combustíveis fósseis e biomassa por ano (três vezes o apetite atual), a menos que a taxa de crescimento econômico seja desacoplada da taxa de consumo de recursos naturais, conforme adverte um novo relatório do PNUMA (Programa das Nações Unidas para o Ambiente).

Cidadãos dos países desenvolvidos consomem uma média de 16 toneladas dos principais recursos per capita (que chegam a 40 toneladas ou mais por pessoa, em alguns países desenvolvidos). Em comparação, uma pessoa na Índia consome uma média de quatro toneladas por ano.

Quando o menos vale mais

Com o crescimento da população e da prosperidade, especialmente nos países em desenvolvimento, a perspectiva dos níveis de consumo de recursos está muito além do sustentável, se considerados todos os recursos finitos do mundo, conforme adverte o relatório do Painel Internacional sobre Recursos do PNUMA.

O mundo já está esgotando as fontes baratas e de alta qualidade de alguns materiais essenciais, como petróleo, cobre e ouro; fontes as quais, por sua vez, exigem um crescente volume de combustíveis fósseis e de água doce para produzir.

Melhorar a taxa de produtividade dos recursos (“fazer mais com menos”) mais rápido do que a taxa de crescimento econômico é o que sugere o relatório. Esse objetivo, no entanto, exige que a relação entre a utilização dos recursos e a prosperidade econômica seja urgentemente repensada e sustentada por um investimento maciço em inovação tecnológica, financeira e social, para, pelo menos, congelar o consumo per capita nos países ricos e ajudar as nações em desenvolvimento a trilharem um caminho mais sustentável.

Ao longo do século passado, controles de poluição e outras medidas reduziram os impactos ambientais do crescimento econômico. E, graças a inovações na produção, design do produto e uso de energia — apoiado pelo aumento do número de pessoas que vivem estilos de vida mais eficiente nas cidades – a economia global cresceu mais rapidamente que o crescimento do consumo de recursos.

Ainda assim, essas melhorias foram apenas relativas. Em termos absolutos – como crescimento populacional, persistência de níveis elevados de consumo nos países industrializados e aumento da demanda por bens materiais, particularmente na China, Índia, Brasil e outras economias emergentes – o uso total dos recursos cresceu oito vezes, passando de seis bilhões de toneladas em 1900 para 49 bilhões de toneladas em 2000. Agora, é estimado em até 59 bilhões de toneladas.

O desacoplamento está ocorrendo, porém “a uma taxa que é insuficiente para atender às necessidades de uma sociedade mais justa e sustentável”, diz o relatório, que detalha, ainda, o progresso em quatro países onde a política do governo apoia o desacoplamento.

O relatório descreve três cenários em que países desenvolvidos e em desenvolvimento consomem recursos de forma equitativa: “a convergência até 2050”.

Cenário 1: O cenário habitual de negócios nos países desenvolvidos, a convergência de outros;

Cenário 2: Contração moderada do consumo nos países desenvolvidos, a convergência de outros;

Cenário 3: Contração forte do consumo nos países desenvolvidos, convergindo com os outros.

Com informações da ONU.

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Apenas 8% dos municípios fazem coleta seletiva de lixo

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Posted by lourenco | Posted in Destaques, Notícias sobre o Meio-Ambiente | Posted on 09-05-2011

Diariamente o Brasil produz 150 mil toneladas de lixo, das quais 40% são despejadas em aterros a céu aberto. O destino adequado do lixo é um problema que afeta a maioria das cidades – apenas 8% dos 5.565 dos municípios adotam programas de coleta seletiva.

Os dados são de um estudo realizado pelo Compromisso Empresarial para a Reciclagem (Cempre), associação sem fins lucrativos dedicada à promoção da reciclagem e mantida por empresas privadas.

O Brasil tem hoje uma Política Nacional de Resíduos Sólidos instituída pela Lei Federal 12.305, de 2 de agosto de 2010, e regulamentada pelo Decreto Federal 7.404, de 23 de dezembro de 2010. Considerada uma vitória do Movimento Nacional dos Catadores de Recicláveis, o projeto tramitou por 20 anos no Congresso Nacional.

“Nós entramos no circuito porque a primeira lei sequer citava os catadores”, explica Severino Lima Junior, da coordenação nacional do movimento. Segundo ele, a lei é uma das melhores da América Latina .”Hoje a gente tem dados mostrando que 90% do material reciclado passou pela mão de um catador, seja ele de cooperativa ou de rua e lixões.”

A coordenadora de Consumo Sustentável do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Fernanda Daltro, diz que a aprovação da lei foi o resultado de uma grande mobilização de todos os setores envolvidos: a sociedade, o setor produtivo, o governo e os catadores. “A demora da tramitação foi necessária para a adequação de todos os interesses destes setores, do próprio mercado, para atender as exigências, e dos governos, para entender a importância de uma política para os resíduos sólidos.”

A partir do segundo semestre de 2012 os brasileiros poderão ter regras fixas e determinadas pelo governo federal para o descarte adequado de produtos como eletroeletrônicos, remédios, embalagens, resíduos e embalagens de óleos lubrificantes e lâmpadas fluorescentes de vapor de sódio e mercúrio e de luz mista .

Pela lei, os governos municipais e estaduais têm dois anos de prazo para a elaboração de um plano de resíduos sólidos .

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Geração de lixo em 2010 foi seis vezes superior ao crescimento da população

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Posted by lourenco | Posted in Destaques, Geral, Notícias sobre o Meio-Ambiente | Posted on 27-04-2011

Mesmo com o aumento dos resíduos, o crescimento da coleta de lixo apresentou crescimento expressivo. Em relação à reciclagem a tendência é de crescimento, mas em ritmo menor ao da geração de lixo
O Brasil produziu 60,8 milhões de toneladas de resíduos sólidos urbanos em 2010, quantia 6,8% superior ao registrado em 2009 e seis vezes superior ao índice de crescimento populacional urbano apurado no mesmo período.
Os dados, divulgados nesta terça-feira (26), são do Panorama dos Resíduos Sólidos, estudo feito pela Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe). O levantamento aponta que a média de lixo gerado por pessoa no país foi de 378 quilos (kg), montante 5,3% superior ao de 2009 (359 kg).
Mesmo com o aumento da geração de resíduos, o crescimento da coleta de lixo apresentou crescimento expressivo, superior à geração. Em 2010, das 60,8 milhões de toneladas geradas, 54,1 milhões de toneladas foram coletadas, quantidade 7,7% superior à de 2009.
O levantamento identifica ainda uma melhora na destinação final dos resíduos sólidos urbanos: 57,6% do total coletado tiveram destinação adequada, sendo encaminhados a aterros sanitários, ante um índice de 56,8% no ano de 2009.
Mesmo assim, a quantidade de resíduos encaminhados a lixões ainda permanece alta. “Quase 23 milhões de toneladas de resíduos seguiram para os lixões, em comparação a 21 milhões de toneladas em 2009”, afirmou o diretor executivo da Abrelpe, Carlos Silva Filho.
Em relação à reciclagem, o estudo mostra tendência de crescimento, mas em ritmo menor ao da geração de lixo. Em 2010, 57,6% dos municípios brasileiros afirmaram ter iniciativas de coleta seletiva, ante 56,6% em 2009. “É importante considerar que, em muitos casos, as iniciativas resumem-se à disponibilização de pontos de entrega voluntária”, ressaltou o diretor.

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Campanha da Fraternidade 2011

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Posted by lourenco | Posted in Geral | Posted on 04-04-2011

Sustentabilidade começa lá em casa
Envolvido não só pelos âmbitos científico; empresarial; acadêmico e político, o conceito de Sustentabilidade finalmente chega às casas das milhões de famílias brasileiras.
A novela; o futebol do fim de semana e outros assuntos banais se misturam com noticiários trazendo a divulgação das condições climáticas, do impacto do descarte do lixo doméstico ou do consumo de água e energia nas mais diversas atividades humanas. O aquecimento global passa a fazer parte da preocupação cotidiana de grande parte da população brasileira e mundial.
A palavra Sustentabilidade foi dita e martelada nos debates e nas campanhas políticas, atingiu a mídia em grande escala e agora entrou na agenda de prioridade da sociedade. Como devo contribuir? O que fazer para cumprir minha obrigação e assumir minha co-responsabilidade? Cada pessoa, cidadão, consumidor, líder, organização de pessoas, governo, entidade, empresa, igreja, etc., tem sua parcela de culpa e responsabilidade e deve se questionar quanto a isso.
Quando faço palestras em escolas, igrejas, empresas, condomínios, etc., ouso dizer que Deus quando criou o mundo, o fez tudo muito bonito e viu que tudo era bom. Assim era paraíso, o Jardim do Éden, onde havia belas paisagens, árvores, flores, frutos, águas, animais… Viu que tudo era bom, só não foi bom dar tudo isso para o homem cuidar.
Quando se fala em preservar o Meio Ambiente, seria como estava lá em Genesis, hoje temos que recuperar a devastação feita pelo homem em nome do progresso e da ganância, preservar como está é outro crime ambiental além dos já cometidos.
Nesse sentido, a campanha de 2011 quer motivar a sociedade para reverter o quadro de destruição do meio ambiente e motivar as pessoas para a prática do cuidado e do respeito para com a criação de Deus, o nosso Planeta. A expectativa, de acordo com a CNBB, é motivar as pessoas a participar de debates e de ações que visam enfrentar o problema e preservar as condições de vida no planeta.
Realizada em todas as dioceses do Brasil, a Campanha da Fraternidade foi criada em 1964. Este é o quarto tema relacionado à preservação do meio ambiente – em 1979, o tema foi “Preserve o Que é de todos”; em 2004, “Água, Fonte de Vida”; e, em 2007, “Vida e Missão Neste Chão” – Já em 2012 será “ Fraternidade e saúde para todos”, e o lema “Que a saúde se difunda sobre a terra”. Tema que também tem a tendência de preservação ambiental, pois qualidade de vida é fonte de saúde para todos.

Lourenço Ribeiro de Campos – Ministro Extraordinário da Sagrada Eucaristia, Técnico em Meio Ambiente, Especialista em Gestão e Educação Ambiental lourencorc.lda@gmail.com – www.pevermelho.net/meioambiente

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Não funciona!

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Posted by lourenco | Posted in Destaques | Posted on 04-11-2010

Revista Vivamundo realiza um raio-x da coleta seletiva nas cidades da Grande São Paulo e descobre que ela mal existe

Como funciona a coleta seletiva em sua cidade? Você sabe se o lixo reciclável que você separa é realmente reciclado? A revista Vivamundo submeteu sete municípios da Grande São Paulo – Diadema, Guarulhos, Osasco, Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul e São Paulo – a um raio-x sobre a coleta seletiva na maior concentração urbana da América do Sul. E levantou um diagnóstico nada otimista: só a capital paulista gera cerca de 17mil toneladas de resíduos todos os dias, mas recicla menos de um 1% dele.
Com modelos de coleta seletiva similares, algumas das cidades pesquisadas possuem um diagnóstico mais otimista do que outras. A boa notícia é que todos os sete municípios têm cronogramas de coleta e reciclagem de lixo. A má notícia é que alguns são extremamente modestos, pouco eficazes, quase desconhecidos pelos moradores, o que significa que tem muito lixo útil indo para os aterros e lixões da região metropolitana.

Guarulhos

Dona da segunda maior população do Estado, a coleta seletiva de Guarulhos atinge apenas 6% dos moradores e somente 0,03% de todo o lixo gerado no município vai para a reciclagem. Segundo o diretor do Departamento de Limpeza Urbana do município, Paulo Gonçalves de Souza, o motivo é a falta de investimento da prefeitura e a dificuldade do município em obter recursos do governo federal. A cidade criou a Coleta Seletiva Solidária, feita pela Coop Reciclável, uma cooperativa de catadores, que possui dois galpões para a triagem e 52 cooperados que ganham, em média, R$ 650,00 por mês com o serviço. O programa atende apenas sete bairros e 96 escolas da rede pública municipal, além de 20 órgãos públicos municipais, 12 federais e 42 empresas, o que soma cerca de 100 toneladas de resíduos coletados por mês.

São Paulo

Dos 96 distritos municipais da capital, 74 são contemplados pela coleta seletiva porta a porta. Um dado otimista, mas então porque apenas 1% de todo o lixo da cidade vai para a reciclagem? O problema está na falta de mobilização das pessoas e na divulgação da coleta pela prefeitura. A universitária Flávia Pereira da Silva, de 22 anos, conta que tentou realizar a coleta seletiva no bairro da Mooca, onde mora, mas ainda não entende como ela funciona. “Liguei para a empresa responsável pela coleta aqui e me informaram que fariam a coleta na minha casa. No dia, o coletor bateu à minha porta e levou o lixo, mas depois não vieram mais”, conta Flávia. Sua impressão é que a partir de agora ela deve colocar o lixo para a reciclagem no dia em que a coleta seletiva é feita na sua rua. “Mas eu sei que nem todos da rua fazem isso, ou seja, o caminhão coleta todo o lixo, reciclável ou não, mas será que separam tudo de novo”, questiona ela.
Acontece que a coleta seletiva em São Paulo é feita por duas empresas e administrada pela Secretaria Municipal de Serviços. Há dias específicos por bairros e regiões para que a coleta dos recicláveis seja feita, mas a maior parte da população não sabe disso e o lixo úmido é coletado junto com o reciclado. São Paulo produz 10 mil toneladas de lixo domiciliar por dia. A prefeitura afirma que somente 7% disso recebe a destinação correta, mas no total, nem mesmo 1% do lixo da cidade é reaproveitado.
Para estimular a separação, a cidade dispõe de 3811 pontos de entrega voluntária, instalados em bancos, supermercados, escolas públicas e particulares, universidades e condomínios. Mas para atender os cerca de 12 milhões de habitantes, essa política deveria ser acompanhada de uma ampla campanha de conscientização, que está longe de se tornar realidade.

Osasco

Com apenas 30% dos bairros atendidos, a coleta seletiva de Osasco não ultrapassa a casa dos 4% de todo o lixo recolhido diariamente. A reciclagem é feita por cooperativas de catadores, que operam em duas centrais construídas e equipadas pela prefeitura. Segundo o secretário adjunto de obras, Antonio Dias, ainda neste ano o município deve obter recursos do BNDES para expandir o serviço. “A proposta é ampliar a coleta e a criar novos postos de entrega voluntária para que a população possa, de fato, participar do programa”, afirma Dias. O dinheiro servirá para profissionalizar o cooperativismo, criar novas centrais de reciclagem e ampliar as ações de educação ambiental. “Semestralmente a conscientização tem de ser reforçada, para que as pessoas não desistam desta prática”, comenta Dias.

Santo André

Segundo o Semasa – Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André, a coleta seletiva atende 100% do município desde 2000. Os caminhões da coleta seletiva passam em dias e horários diferentes dos que retiram os resíduos orgânicos, ou úmidos. Mas como na capital, muita gente no município não sabe disso. “Nunca vi nenhum tipo de campanha da prefeitura informando isso”, diz a jornalista Ana Paula Freitas, 22, que mora na cidade e confessa que não separa seu lixo.
A cidade também dispõe de 500 postos de entrega voluntária e 15 estações de coleta. Duas cooperativas – Coop Cicla e Cidade Limpa – são responsáveis pela triagem e venda do material. Mas dentre as cidades pesquisadas, Santo André foi a que mostrou índices mais otimistas em relação à coleta na cidade. Só no primeiro trimestre de 2010, o Semasa registrou aumento de 23% no volume de materiais recicláveis recolhidos, em relação ao mesmo período de 2009.

São Caetano do Sul

Número um em qualidade de vida, São Caetano só iniciou um programa de coleta seletiva no ano passado e que atende apenas três bairros. Diferentemente das outras cidades pesquisadas, o material reciclável do município é recolhido e armazenado em um galpão e, uma vez por ano, a prefeitura realiza um leilão cujo dinheiro é revertido para ações do Fundo Social de Solidariedade. No último leilão, realizado em março, 49 toneladas de lixo reciclável foram arrematadas. Pouco, mesmo para uma cidade de 140 mil habitantes. O município ainda oferece 95 pontos de entrega voluntária, além da coleta seletiva nos três bairros atendidos. Um problema para pessoas como a dona de casa Ana Maria Tereza Barbosa de Oliveira, que separa o seu lixo há cinco anos, mesmo sem a coleta seletiva atender o bairro onde mora. “Eu deixo tudo o que é reciclável separado do lixo úmido e depois levo para os pontos de coleta”, relata ela.

São Bernardo do Campo

Moradora de São Bernardo do Campo, a professora Neuza Maria Zanutto de Melo sempre separou o seu lixo mesmo sem haver na cidade um serviço de coleta de porta em porta. Há dois anos, ela encontrou uma maneira de agir corretamente e ainda ajudar outras pessoas. “Eu separo o lixo reciclável e toda quinta-feira um catador conhecido passa aqui na rua e leva o material dos moradores”, explica ela.
A coleta seletiva na cidade é fraca. De acordo com a prefeitura, em 2009, das quase 680 toneladas de lixo geradas diariamente, apenas pouco mais de cinco toneladas foram para a reciclagem. Para contribuir com a coleta seletiva, os munícipes precisam separar o lixo entre papel, plástico, vidro e metal e levá-lo a um dos 202 ecopontos da cidade. “Os caminhões que realizam a coleta tem as caçambas separadas para cada tipo de material”, conta o diretor do Departamento de Limpeza Urbana, Osny A. Batista Silva Junior. Duas cooperativas cuidam da triagem dos resíduos e os revendem para a reciclagem.

Diadema

Diadema apóia e estimula a coleta seletiva feita por catadores. Segundo o diretor do Departamento Ambiental de Diadema, André Luiz Vaz Neves, o valor que seria pago ao aterro para enterrar o lixo é repassado aos catadores. “É claro que é um valor baixo, mas o catador recebe duas vezes, ao revender o material e por recolher o lixo”, afirma Neves.
Para ampliar a adesão dos moradores, os catadores saem uniformizados de forma a informar o dia da coleta seletiva, e pedem aos moradores que separem lixo. “Levamos um saco com os exemplos de quais são as embalagens que reciclamos: de ovo, de arroz, feijão, detergente, sabão em pó, xampu, garrafa PET, etc. Funciona mais do que se falarmos apenas sobre os tipos de material”, conta a presidente de uma das cooperativas de catadores de Diadema, Maria Mônica da Silva. Segundo a prefeitura, todos os equipamentos públicos da cidade, como escolas, postos de saúde e secretarias municipais possuem pontos de recebimento de material reciclável.

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Educação Ambiental na Telinha

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Posted by lourenco | Posted in Destaques | Posted on 04-11-2010

Conheça os programas de TV que ensinam ecologia para as crianças

Por Rodrigo Sampaio (Vivamundo)
Jun/2010

A televi são tem papel importante na formação educacional e cul tural das crianças e é difícil encontrar, hoje, quem não tenha tido uma dessas telinhas como “babá” na infância. Mas qual é o conteúdo dos programas que o seu filho está assis­tindo? Será que eles realmente con tribuem para a boa formação dele? Nesta reportagem, você irá conferir quais os conceitos educativos en volvem alguns programas infantis e porque muito do que as crianças vêem na TV não é indicado para elas.

Um menino e sua gaita

Há 13 anos no ar, o Cocoricó é um dos programas da TV brasileira mais preocupados com a formação ecológica dos pequenos espectado res. Produzido pela TV Cultura, o programa, conduzido pelo menino Júlio e seus amigos animais da fa zenda, dá dicas sobre reciclagem e sobre o uso consciente de recursos naturais, como a água. “Se a criança se conscientizar do que ela pode ou não fazer pelo meio am biente, seja separando o lixo ou até mesmo aprendendo que não devemos nunca jogar lixo na rua, por exemplo, já considero um grande passo”, explica Fernando Gomes, diretor do programa.

Segundo ele, o ideal seria que toda a programação voltada ao público infantil tivesse esse tipo de conteúdo. O que, na maioria dos canais aber tos, raramente acontece. “Quando se apresenta algum horário da grade voltado a esse público, ele é recheado de desenhos animados, na sua gran de maioria produzidos fora do País, e com uma realidade bem distante da nossa”, lamenta o diretor.

Peixinho fora d’água

Mas aos poucos, algumas produções nacionais focadas no entretenimento educativo têm obtido incentivo e sucesso de público, como é o caso do próprio Cocori có e, mais recentemente, do Peixonauta, um desenho animado exibido no canal pago Discovery Kids.

No ar em toda a América Latina desde abril de 2009, o programa é uma criação da produtora brasileira TV PinGuim, em parceria com a Discovery, voltado para crianças em fase pré-escolar. Em cena, um peixinho dourado com uma roupa especial que lhe permite viver fora d’água, desvenda os mistérios das questões ambientais com seus amigos.

De acordo com um dos criadores do Peixonauta, Kiko Mistrorigo, a animação não tem a intenção de ser uma vídeoaula sobre a importância do meio ambiente, mas sim, uma maneira para que a criança vá atrás do co nhecimento, partindo da ideia de que toda criança é curiosa. “Apostamos no processo intuitivo da criança. A formação desse conhecimento é importante: o problema apresenta do no episódio passa por uma série de conjecturas, no qual é preciso trabalhar em grupo para resolver. As crianças se identificam e conseguem acom panhar o raciocínio”, explica ele.

E parece que a coisa funciona. Com apenas três anos de idade, o menino Pedro, filho da estudante Tatiane Goularte, já chama a atenção da mamãe para as questões ambientais. “Uma vez, ao escovar os dentes, ele me disse: ‘a gente não pode desperdi çar água, não é, mamãe?’, por causa de um pro grama que ele viu na Discovery Kids”, conta ela.

Para Tatiane, programas como esses lhe dei xam tranquila para que o filho receba as infor mação da “babá TV”. “Sei que o Pedro, além de estar se divertindo, também está aprendendo”, diz ela.

Mas, por mais que a TV se torne uma boa op ção de informação, vale lembrar que o contato com os pais é imprescindível para a formação das crianças. O próprio Fernando Gomes, da TV Cultura, adverte sobre a importância dos pais selecionarem aquilo a que os filhos assistem. ”Com um pouco mais de idade, essas crianças só vão poder optar com mais consciência se ti verem tido uma vivência razoável de opções. E isso, somente os pais podem oferecer”, conclui.

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Japão recicla lixo eletrônico em busca de minerais raros

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Posted by lourenco | Posted in Geral, Notícias sobre o Meio-Ambiente | Posted on 01-11-2010

Duas décadas depois de a competição global ter levado as minas de Kosaka à extinção, essa parte do Japão está novamente repleta de rumores sobre novos tesouros.

Esses tesouros são na verdade elementos raros e outros minerais encontrados na terra que são cruciais para muitas tecnologias japonesas e, até agora, eram importados quase exclusivamente pela China, líder mundial em mineração de minerais raros.

A esperança desta cidade por um retorno da mineração não se encontra no subsolo, mas no que o Japão chama de mineração urbana – a reciclagem de metais e minerais valiosos das enormes reservas de equipamentos eletrônicos usados do país, como telefones celulares e computadores.

“Nós literalmente descobrimos ouro em telefones celulares”, disse Tetsuzo Fuyushiba, ex-ministro da terra e agora membro do partido da oposição, que recentemente visitou Kosaka para o levantamento da usina de reciclagem. Leia mais : www.reciclaveis.com.br

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Morador terá de fazer nova separação de lixo

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Posted by lourenco | Posted in Geral, Notícias sobre o Meio-Ambiente | Posted on 11-09-2010

Pode dar um pouco mais de trabalho, mas o meio ambiente tem muito a ganhar com a mudança na coleta do lixo que começa a ser colocada em prática nesta segunda-feira (13) pela Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU). Além do material reciclável, agora o lixo orgânico também deverá ser separado do rejeito pelos londrinenses. Por enquanto, a medida vale apenas para os imóveis residenciais e comerciais da região central. Mas em breve será estendida à toda a cidade. Leia mais no:

http://www.bonde.com.br/bonde.php?id_bonde=1-3–375-20100911&tit=morador+tera+de+fazer+nova+separacao+de+lixo

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